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29 março 2013

Ísis Arielle


Dentre diversos retratos que alguns amigos já fizeram pra mim, esse foi o último e está na sala, penduradinho. 
Presente de um grande artista e amiguíssimo Fábio Lopes :)

                       Ísis Arielle - Acrílica sobre tela.

Sob a lua num trapiche abandonado...

Acabei de assistir o filme dos meus Capitães da Areia!
E assim como me encantei com cada linha do livro, me encantei com a sensibilidade do filme. É claro que no livro há muito mais detalhes, mas ver o rostinho dos meninos e os olhares do amor puro e infantil entre Bala e Dora é sensacional, além da trilha sonora de Carlinhos Brown.
No filme há muitas cenas soltas também, mas quem disse que os filme tem que se prender fielmente as obras literárias?
É lindo, é poético, é sensível.
Jorge Amado ♥.

- Olha o filme completo ai :)

                                                                                             

O amor acaba.

O amor acaba

                         O amor acaba. Numa esquina, por exemplo, num domingo de lua nova, depois de teatro e silêncio; acaba em cafés engordurados, diferentes dos parques de ouro onde começou a pulsar; de repente, ao meio do cigarro que ele atira de raiva contra um automóvel ou que ela esmaga no cinzeiro repleto, polvilhando de cinzas o escarlate das unhas; na acidez da aurora tropical, depois duma noite votada à alegria póstuma, que não veio; e acaba o amor no desenlace das mãos no cinema, como tentáculos saciados, e elas se movimentam no escuro como dois polvos de solidão; como se as mãos soubessem antes que o amor tinha acabado; na insônia dos braços luminosos do relógio; e acaba o amor nas sorveterias diante do colorido iceberg, entre frisos de alumínio e espelhos monótonos; e no olhar do cavaleiro errante que passou pela pensão; às vezes acaba o amor nos braços torturados de Jesus, filho crucificado de todas as mulheres; mecanicamente, no elevador, como se lhe faltasse energia; no andar diferente da irmã dentro de casa o amor pode acabar; na epifania da pretensão ridícula dos bigodes; nas ligas, nas cintas, nos brincos e nas silabadas femininas; quando a alma se habitua às províncias empoeiradas da Ásia, onde o amor pode ser outra coisa, o amor pode acabar; na compulsão da simplicidade simplesmente; no sábado, depois de três goles mornos de gim à beira da piscina; no filho tantas vezes semeado, às vezes vingado por alguns dias, mas que não floresceu, abrindo parágrafos de ódio inexplicável entre o pólen e o gineceu de duas flores; em apartamentos refrigerados, atapetados, aturdidos de delicadezas, onde há mais encanto que desejo; e o amor acaba na poeira que vertem os crepúsculos, caindo imperceptível no beijo de ir e vir; em salas esmaltadas com sangue, suor e desespero; nos roteiros do tédio para o tédio, na barca, no trem, no ônibus, ida e volta de nada para nada; em cavernas de sala e quarto conjugados o amor se eriça e acaba; no inferno o amor não começa; na usura o amor se dissolve; em Brasília o amor pode virar pó; no Rio, frivolidade; em Belo Horizonte, remorso; em São Paulo, dinheiro; uma carta que chegou depois, o amor acaba; uma carta que chegou antes, e o amor acaba; na descontrolada fantasia da libido; às vezes acaba na mesma música que começou, com o mesmo drinque, diante dos mesmos cisnes; e muitas vezes acaba em ouro e diamante, dispersado entre astros; e acaba nas encruzilhadas de Paris, Londres, Nova Iorque; no coração que se dilata e quebra, e o médico sentencia imprestável para o amor; e acaba no longo périplo, tocando em todos os portos, até se desfazer em mares gelados; e acaba depois que se viu a bruma que veste o mundo; na janela que se abre, na janela que se fecha; às vezes não acaba e é simplesmente esquecido como um espelho de bolsa, que continua reverberando sem razão até que alguém, humilde, o carregue consigo; às vezes o amor acaba como se fora melhor nunca ter existido; mas pode acabar com doçura e esperança; uma palavra, muda ou articulada, e acaba o amor; na verdade; o álcool; de manhã, de tarde, de noite; na floração excessiva da primavera; no abuso do verão; na dissonância do outono; no conforto do inverno; em todos os lugares o amor acaba; a qualquer hora o amor acaba; por qualquer motivo o amor acaba; para recomeçar em todos os lugares e a qualquer minuto o amor acaba.

 Por Paulo Mendes de Almeida




28 março 2013

Pensamentos soltos.

A ilusão é a coisa mais parecida com a realidade. Então, quando estamos na ilusão, quando sabemos que não é realidade?
Tô tão confusa, não confiante. Tô tentando me decidir, juro, mas eu sempre acabo me perdendo pelo meio do caminho, me perdendo numa história que eu criei sozinha, na minha cabeça, com as mãos atadas por mim mesma.
Suspiros.


                           

26 março 2013

Valores Humanos Absolutos.

AMOR – ASPECTO PSÍQUICO

             O amor é a energia inesgotável que move o mundo, os universos e os seres. É a força de criação, coesão e sustentação da vida. O amor é a energia de unidade e transformação. Vivemos num universo dual entre os pares de opostos e a relatividade; o amor é o impulso de integração. As polaridades se expressam mais acentuadamente na luta entre o amor e seu oponente implacável, o medo, ou seja, a expansão e a restrição do ser, respectivamente. A eliminação consciente do medo nos liberta do egocentrismo, e o amor preenche os espaços internos e assume as rédeas da vida. Sob o domínio do medo, estamos sempre sujeitos ao dualismo do mundo e da ilusão das coisas inconsistentes e passageiras, que nos fazem sofrer pela sua própria condição de transitoriedade. O amor é a energia que abastece a psique, a alma, e essa plenitude reflete-se nos nossos pensamentos, palavras e ações. É privilégio e conquista da condição humana a faculdade de amar incondicionalmente. Podemos transpor a autopreservação e o sentido de posse, bem como vencer os limites de aversões e preferências, pelo exercício do amor. Unir as centelhas para formar uma enorme fonte de luz, tornando-se feliz e fazendo felizes os seus semelhantes, viver em sintonia com o cosmos, são tarefas inerentes ao homem. O amor revela nosso ser profundo, sagrado, transcendental e sublime.

24 março 2013

Eu estive pensando no último mês, que a única coisa que o amor sempre faz, é quebrar, queimar e acabar. Mas, em uma quarta-feira, em um Café, eu vi isso mudar...

 

18 março 2013

Diálogo.

- É estranha essa situação...
-Qual?
-De eu ficar esperando um beijo seu, sem saber se você vai me dar!
(Risos e beijos).

As Luzes Do Carrossel.


– Quer ver uma coisa bonita?
Todos queriam. O sertanejo trepou no carrossel, deu corda na pianola e começou a música de uma valsa antiga. O rosto sombrio de Volta Seca se abria num sorriso. Espiava a pianola, espiava os meninos envoltos em alegria. Escutavam religiosamente aquela música que saía do bojo do carrossel na magia da noite da cidade da Bahia só para os ouvidos aventureiros e pobres dos Capitães da Areia. (…) E amaram-se uns aos outros, se sentiram irmãos porque eram todos eles sem carinho e sem conforto e agora tinham o carinho e conforto da música. Pedro Bala não pensava em ser um dia o chefe de todos os malandros da cidade. O Sem-Pernas em se jogar no mar, onde os sonhos são tão belos. Porque a música saía do bojo do velho carrossel só para eles e para o operário que parara. E era uma valsa velha e triste, já esquecida por todos os homens da cidade.

Capitães da Areia ,página 66, Jorge Amado.


 

12 março 2013

Moraes, Vinicius.

           

          Quanto amor coube dentro de uma só pessoa? ♥


           

11 março 2013

Telegrama.


Um amor antinaturalista e imaginário.


 

Melan.colia.

       
           Sozinha na exposição, quase a tarde toda, devido a faltas dos companheiros que ainda não chegaram. Caminho canto a canto, percorrendo todas as obras, com passos inseguros, como quem não pisa em território conhecido.
Olho para todos os lados, para cima, para baixo a procura do que fiz e do que ainda terei de fazer. Penso tanto na minha vida.
Gosto amargo, sim. Gosto amargo dos sonhos de uma iludida romântica.
Contudo, o sol esplendoroso de março invade todo o espaço no final da tarde, tingindo o mesmo de ouro e violeta. Olho as piscinas através dos vidros, as crianças que correm lá embaixo, a grande represa, lá longe, mesclada de verde e azul,  e todas aquelas árvores que balançam com a brisa do ventinho que passa. Olho mais uma vez tudo aquilo, e evidentemente todo aquele conjunto e adormeço no sonho. Para que ele me ajude e que não acabe também a se corromper: a minha imediata obrigação, era sonhar, apenas.


                      

04 março 2013

101 coisas em 1001 dias!


 

  Já faz algum tempo que estou preparando essa lista dos desejos e hoje, finalmente consegui termina-lá.  Let's go com disciplina :) (Agradecendo a Fer Rodrigues pelos incentivos!)
- Go Ísis, go! :)


 Projeto: 101 coisas em 1001 dias 
 Duração: de 06 de março de 2013 a  04 de dezembro de 2015.
 Sobre: traçar 101 metas, que sejam possíveis e mensuráveis, a serem cumpridas em 1001 dias.
 Introdução: A lista abaixo não contém uma ordem a ser seguida e é composta por objetivos a serem        realizados em curto, médio e longo prazo.
 Legenda: Finalizadas com sucesso.
                  Em andamento


1-Fazer um elogio sincero a uma pessoa diferente por dia por 30 dias. 
2-Colocar um poema na caixa de cartas de um desconhecido.
3- Ir ao dentista de uma vez.
4-Tomar 8 copos de água/dia por 3 meses. 
5-Comer uma fruta/dia por 2 meses.
6-Chegar no horário a todos os compromissos marcados durante pelo menos o período de um mês. 
7- Juntar ao menos X reais por mês, por pelo menos 6 meses.
8- Assistir 10 filmes que todos já viram – menos eu!
9-Aprender a dirigir tirando a carteira ou com meu pai.
10-Ler ao menos dois livros em língua estrangeira: um em inglês e outro em espanhol.
11-Comprar/ganhar uma câmera fotográfica semiprofissional. 
12-Fazer uma viagem para outro estado brasileiro até o fim do período do desafio. 
13-Ir a menos uma vez à praia até o final do projeto. 
14-Viajar para Paranapiacaba. 
15-Visitar um aquário de SP. 
16- Listar os 15 melhores momentos de 2012, escrevê-los na agenda (ler a lista quando estiver triste). 
17-Montar um mural de fotos, com as fotos dos queridos. (montando: 2 fotos já, rs)
18-Colocar 5 moedas no cofrinho a cada meta conquistada.
19-Comprar/ganhar a bota dos sonhos da rua Augusta. 
20-Viajar para o Buenos Aires (será?). 
21-Aprender a tocar violão. 
22-Fazer aulas de espanhol e aprimorar meu Inglês. 
23-Ler um um livro por mês.
      Março: 'Capitães da Areia'/ Abril: 'As formas de silencio.'
24-Perdoar quem me deseja o mal (espero perdoar de verdade, mesmo). 
25-Tomar banho de chuva com alguém (especial). 
26-Anotar todos os filmes que assistir.
      -Nosso amor de ontem
      -Titanic (haha)
      -Django Livre
      - O voo.
      -A caverna dos sonhos esquecidos
      -Muita calma nessa hora
      -Escritores da liberdade
      -Depois do Por-do-sol
      -Amanhecer 2
      - Cafe the Flore
      - Era uma vez eu, Verônica
      - Amor
27-Escrever um caderno de sonhos. 
28-Aprender a nadar.
29-Ir ao ginecologista. 
30-Ver o sol nascer seja onde for. 
31-Praticar Yoga ou Pilates. 
32-Não deixar trabalhos da faculdade para última hora.
33-Ir a um show da Tulipa Ruiz.
34-Andar de bicicleta pelo menos um fim de semana por mês. 
35-Comemorar meu aniversário com os amigos que são de verdade. 
36-Aprender a meditar.
37-Hidratar o cabelo a cada 2 semanas.
38-Aprender a mexer no Excel de verdade. 
39-Costurar um vestido pra mim.
40-Escrever no blog por trinta dias.
41-Escrever um conto com alguns capítulos. 
42-Aprender a passar o delineador. 
43-Beijar alguém a meia-noite do ano novo. 
44-Aprender a jogar xadrez.
45-Costurar uma bolsa pra mim. 
46-Me batizar. 
47-Ler ao menos um capítula das escrituras por dia
48- Fazer um dia e doação de roupas que não uso mais, durante o projeto.
49-Ensinar uma pessoa a andar de bicicleta. 
50-Começar minha produção de pintura em telas pequenas e médias. 
51-Aprender a tocar piano. 
52-Assistir filmes em Espanhol SEM legenda.
53-Resolver um cubo mágico sem a ajuda de ninguém. 
54-Prestar a Unesp. 
55- Ir ao show dos Paralamas do Sucesso. 
56- Comprar minhas luzinhas para enfeitar o quarto
57-Fazer a minha tatuagem.
58- Fazer limpeza de pele diariamente por 3 meses.
59- Mandar a impressora para o concerto. 
60- Aprender a fazer cupcakes. 
61- Comprar/ganhar o vestido dos sonhos dos M3P. 
62- Comprar uma prancha de cabelo nova
63- Conhecer o Catavento Cultural. 
64-Conhecer Inhotim. 
65- Arrumar a máquina de costura. 
66- Ler ‘Lolita’ novamente. 
67-Escrever textos que não tem ligação com a minha vida a cada duas semanas no blog. 
68- Andar de bicicleta no Ibirapuera.
69-Comprar um novo cartão de memória. 
70-Comprar um pen drive. 
71-Não demorar mais que 15 minutos no banho por um mês
72- Tirar mais fotografias.
73- Tomar café no Starbucks. 
74- Aprender a usar o Photoshop.
75- Aprender a usar o Ilustrator. 
76- Assistir 100 filmes. (já assisti 10) 
77- Ir ao restaurante japonês ‘Bento’. 
78- Comprar um biquíni. 
79- Fazer um foto poema. 
80- Comer batata recheada no Baked Potato. 
81-Plantar girassóis e cuida-los
82-Trabalhar na 31° Bienal de Artes de SP.
83- Lançar uma garrafa com um desejo no mar. 
84- Enviar cartas, cartões, fotos aos familiares que estão longe. 
85- Comprar uma carteira nova de tecido. 
86- Encher os pneus da bicicleta azul. 
87- Começar minhas pinturas de grafismo preto/branco.
88-Comprar um ‘Cuba Paris’. 
89-Ir a uma Temakeria. 
90- Cortar meus cabelo de 3 em 3 meses. 
91-Fazer outro curso online de Espanhol. 
92-Conhecer uma amiga virtual (A Tha.) 
93- Ensinar minha mãe a mexer no computador até o final do desafio. 
94- Fazer uma capsula do tempo e abrir depois de 5 anos. 
95- Ir no mercado municipal e comer sanduíche de mortadela. 
96- Fazer Yakissoba em casa. 
97-Participar de alguma oficina artística que eu realmente goste. 
98- Viajar para Paraty/RJ. 
99-Tentar conversar mais com meu pai (de verdade). 
100-Vender uma das minhas telas produzidas. 
101-Assistir Camille e Rodin.

02 março 2013

Tão doce.


"Estranho o destino dessa jovem mulher, privada dela mesma, porém, tão sensível ao charme das coisas simples da vida..." 


                      

Amélie Poulain

O Passado.

Como assim esse filme existe? ♥ ♥ ♥





O mês do meu amor.


Vem março. Vem adoçar esses dias tão amargos.

                                 

Eu também te amo.

         
                Ela carregava um vazio dentro de si, que apenas poderia ser preenchido por ele. Era o sentimento que a levava, e não tinha controle algum sob o que sentia. Era movida pela paixão que pulsava e fazia pulsar. Ele a fazia entender todos os porquês que ela costumava se questionar. E entendia agora, porque nunca deu certo com outro alguém, pois tinha que dar certo com ele. Ela podia sentir que tudo que ela fizesse, se fosse ao lado dele, seria bom; sentia que era capaz de subir montanhas ou até mesmo move-las; com ele preenchendo todos buracos abertos causados pela dor que ela sentia, tinha a convicção que era capaz de tudo, pois estava com ele, pois ela o tinha. Ou acreditava nisso.

 Ela não carregava sentimentos ruins em relação à ele, mesmo que às vezes as dores que carregasse dentro de si fossem pela paixão que sentia, quando pensava nele, só conseguia pensar em coisas boas, sentir sensações que te tiravam da realidade e a faziam sonhar alto... tão alto. Ela era cheia de sentimentos e sonhos, prestes a transbordar. Ou transbordava. Era tudo por ele. E, tudo a fazia lembrar dele, principalmente quando tomava um café na Augusta,lia Eduardo Galeano, quando tentava aprender espanhol, quando assistia filmes franceses e lembrava que ele não sabia falar muito bem em inglês; quando ouvia Te extraño a seguir de um Assim sem você, ou Só tinha que ser com você de Elis Regina. Ela se via no olhar dele, pois ela não mais se pertencia. Pertencia agora a ele. Ela via a amor como algo maior que apenas amar alguém, ela se apaixonava todos os dias pelas minimas coisas de sua vida, era a paixão que a movia. Tinha certeza que o mundo era movido pelo amor, enquanto o coração era movido pela paixão. Ou vice-versa.
E agora, ela se sentia movida pelo amor e pela paixão, ambos trabalhando em sintonia, para conseguir estar ao lado dele, mesmo que falhasse e sentisse que quanto mais se aproximava, mais distante ele estaria dela. Isso doía mais que todas as outras dores, essa incerteza. E ela não queria desapegar, não queria abrir mão de algo tão lindo e verdadeiro. Não que ela fosse grande em sentido de tamanho, mas o que sentia, era maior que ela, maior que mundo ou todas as estrelas do céu juntas. E, era tudo por ele.

 Mas, desse amor, parece que tudo ficou gravado numa simples fotografia - fotografia que agora está no mural do quarto, em frente a cama e é a última visão e a primeira do dia -, onde há tantas explicações, o sentimento andando em sintonia. E toda a vida seria pouco para ama-lo. Cada canção de amor cutuca a ferida, que já doía por estar aberta. Porém, ela cansou de dar murro na ponta da faca, e assim, sempre juntos no silencio quando ainda há tanto a se dizer, ela ainda carrega o medo de perde-lo (mesmo achando que ainda não o perdeu, para alguém que não o ame tanto quanto ela o ama. Ela ainda sente doer o coração e todos os membros do seu corpo. Ele nem imagina.  

   
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